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  • A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
  • O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. 

Confira o artigo na nossa bio.
  • Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. 

A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. 

Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. 

Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. 

Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
  • As recentes ameaças e ações militares dos Estados Unidos em território venezuelano revelam o caráter imperialista e autoritário da política externa estadunidense. Inseridas nesse contexto, tais ações têm no petróleo o seu principal eixo, funcionando como o verdadeiro motor de uma intervenção mascarada por um discurso de defesa da democracia. Diante disso, o cenário impõe alerta a toda a América Latina, países que contrariem os interesses dos Estados Unidos podem vir a sofrer medidas semelhantes. Estaríamos, assim, perante uma tentativa de inaugurar uma nova era de intervenções na região?

Confira o artigo no link em nossa bio!
  • Ouro Negro, Sangue Novo: A reedição do colonialismo no século XXI – No início do ano, a Venezuela foi invadida pelos Estados Unidos sob a égide da Política Externa comandada por Trump. A coluna traz uma reflexão sobre o neocolonialismo e questões de como nações poderosas ditam as regras do jogo, mesmo que isso implique a ausência de regras.

Confira o artigo no link da nossa bio!
  • A Operação Absolute Resolve, que capturou Maduro e sua esposa, contou com a predominância do poder aéreo. Inicialmente, alguns equipamentos mais tradicionais receberam destaque: helicópteros, caças de 5ª geração, bombardeiros de longo alcance etc. Mas alguns videos civis trouxeram o debate para outros equipamentos: os drones, especificamente drones kamizaze. Em seu novo artigo, nossa colunista Cinthya Araújo discute o episódio e os impactos inicial do emprego desses drones pelos EUA.

Artigo já disponível gratuitamente no link na nossa bio!
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos. Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar? A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
13 horas ago
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O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. 

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O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. Confira o artigo na nossa bio.
2 dias ago
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Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. 

A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. 

Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. 

Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. 

Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. 

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Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
2 dias ago
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As recentes ameaças e ações militares dos Estados Unidos em território venezuelano revelam o caráter imperialista e autoritário da política externa estadunidense. Inseridas nesse contexto, tais ações têm no petróleo o seu principal eixo, funcionando como o verdadeiro motor de uma intervenção mascarada por um discurso de defesa da democracia. Diante disso, o cenário impõe alerta a toda a América Latina, países que contrariem os interesses dos Estados Unidos podem vir a sofrer medidas semelhantes. Estaríamos, assim, perante uma tentativa de inaugurar uma nova era de intervenções na região?

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As recentes ameaças e ações militares dos Estados Unidos em território venezuelano revelam o caráter imperialista e autoritário da política externa estadunidense. Inseridas nesse contexto, tais ações têm no petróleo o seu principal eixo, funcionando como o verdadeiro motor de uma intervenção mascarada por um discurso de defesa da democracia. Diante disso, o cenário impõe alerta a toda a América Latina, países que contrariem os interesses dos Estados Unidos podem vir a sofrer medidas semelhantes. Estaríamos, assim, perante uma tentativa de inaugurar uma nova era de intervenções na região? Confira o artigo no link em nossa bio!
3 dias ago
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Ouro Negro, Sangue Novo: A reedição do colonialismo no século XXI – No início do ano, a Venezuela foi invadida pelos Estados Unidos sob a égide da Política Externa comandada por Trump. A coluna traz uma reflexão sobre o neocolonialismo e questões de como nações poderosas ditam as regras do jogo, mesmo que isso implique a ausência de regras.

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Ouro Negro, Sangue Novo: A reedição do colonialismo no século XXI – No início do ano, a Venezuela foi invadida pelos Estados Unidos sob a égide da Política Externa comandada por Trump. A coluna traz uma reflexão sobre o neocolonialismo e questões de como nações poderosas ditam as regras do jogo, mesmo que isso implique a ausência de regras. Confira o artigo no link da nossa bio!
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5/6
A Operação Absolute Resolve, que capturou Maduro e sua esposa, contou com a predominância do poder aéreo. Inicialmente, alguns equipamentos mais tradicionais receberam destaque: helicópteros, caças de 5ª geração, bombardeiros de longo alcance etc. Mas alguns videos civis trouxeram o debate para outros equipamentos: os drones, especificamente drones kamizaze. Em seu novo artigo, nossa colunista Cinthya Araújo discute o episódio e os impactos inicial do emprego desses drones pelos EUA.

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A Operação Absolute Resolve, que capturou Maduro e sua esposa, contou com a predominância do poder aéreo. Inicialmente, alguns equipamentos mais tradicionais receberam destaque: helicópteros, caças de 5ª geração, bombardeiros de longo alcance etc. Mas alguns videos civis trouxeram o debate para outros equipamentos: os drones, especificamente drones kamizaze. Em seu novo artigo, nossa colunista Cinthya Araújo discute o episódio e os impactos inicial do emprego desses drones pelos EUA. Artigo já disponível gratuitamente no link na nossa bio!
1 semana ago
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