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  • Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio.

Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA.

Acesse o link na nossa bio.
  • O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
  • Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
  • Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

Confira o artigo no link em nossa bio.
  • Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. 

Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). 
Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. 

Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo.

Link na bio.
  • A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio.

Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA.

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Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio. Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA. Acesse o link na nossa bio.
9 horas ago
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O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
2 dias ago
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2/6
Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
4 semanas ago
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3/6
Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

Confira o artigo no link em nossa bio.
Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. Confira o artigo no link em nossa bio.
4 semanas ago
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4/6
Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. 

Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). 
Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. 

Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo.

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Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo. Link na bio.
1 mês ago
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5/6
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
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A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
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A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos. Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar? A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
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