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  • Uma herança maldita - Nesta coluna, Giulliano R. Molinero Jr. parte de memórias familiares para analisar como a ditadura militar continua a moldar valores, medos e escolhas políticas no Brasil democrático. Com apoio da ciência política, examina os mecanismos pelos quais o autoritarismo se converte em herança duradoura — individual e institucional — e discute por que o passado segue estruturando o presente. Um convite a refletir sobre democracia sem nostalgia nem atalhos. 

Confira o artigo pelo link na nossa bio.
  • Educação entre herança e escolha - Em sua nova coluna para o DPolitik, nosso colunista Giulliano R. Molinero Jr. questiona uma crença confortável das democracias: a de que mais educação, por si só, protege contra o autoritarismo. A coluna aborda a questão de que a educação não é neutra. Ela pode emancipar ou disciplinar, incluir ou excluir. Ao discutir currículo, acesso, heranças autoritárias e escolhas conscientes do eleitorado, o texto propõe um olhar incômodo, mas necessário: a educação é uma arena política disputada, e seu impacto democrático depende de como, para quem e para quê ela é construída.

Leia o texto gratuitamente no link na nossa bio.
  • Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio.

Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA.

Acesse o link na nossa bio.
  • O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
  • Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
  • Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

Confira o artigo no link em nossa bio.
Uma herança maldita - Nesta coluna, Giulliano R. Molinero Jr. parte de memórias familiares para analisar como a ditadura militar continua a moldar valores, medos e escolhas políticas no Brasil democrático. Com apoio da ciência política, examina os mecanismos pelos quais o autoritarismo se converte em herança duradoura — individual e institucional — e discute por que o passado segue estruturando o presente. Um convite a refletir sobre democracia sem nostalgia nem atalhos. 

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Uma herança maldita - Nesta coluna, Giulliano R. Molinero Jr. parte de memórias familiares para analisar como a ditadura militar continua a moldar valores, medos e escolhas políticas no Brasil democrático. Com apoio da ciência política, examina os mecanismos pelos quais o autoritarismo se converte em herança duradoura — individual e institucional — e discute por que o passado segue estruturando o presente. Um convite a refletir sobre democracia sem nostalgia nem atalhos. Confira o artigo pelo link na nossa bio.
5 horas ago
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1/6
Educação entre herança e escolha - Em sua nova coluna para o DPolitik, nosso colunista Giulliano R. Molinero Jr. questiona uma crença confortável das democracias: a de que mais educação, por si só, protege contra o autoritarismo. A coluna aborda a questão de que a educação não é neutra. Ela pode emancipar ou disciplinar, incluir ou excluir. Ao discutir currículo, acesso, heranças autoritárias e escolhas conscientes do eleitorado, o texto propõe um olhar incômodo, mas necessário: a educação é uma arena política disputada, e seu impacto democrático depende de como, para quem e para quê ela é construída.

Leia o texto gratuitamente no link na nossa bio.
Educação entre herança e escolha - Em sua nova coluna para o DPolitik, nosso colunista Giulliano R. Molinero Jr. questiona uma crença confortável das democracias: a de que mais educação, por si só, protege contra o autoritarismo. A coluna aborda a questão de que a educação não é neutra. Ela pode emancipar ou disciplinar, incluir ou excluir. Ao discutir currículo, acesso, heranças autoritárias e escolhas conscientes do eleitorado, o texto propõe um olhar incômodo, mas necessário: a educação é uma arena política disputada, e seu impacto democrático depende de como, para quem e para quê ela é construída. Leia o texto gratuitamente no link na nossa bio.
22 horas ago
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2/6
Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio.

Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA.

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Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio. Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA. Acesse o link na nossa bio.
2 dias ago
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3/6
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
O regime político iraniano - Após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel no último final de semana contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Khamenei, foi morto. Ele era a figura central da política e religião da república teocrática. No entanto, apesar de sua grande importância para o regime islâmico iraniano, é difícil imaginar que sua morte signifique o fim do sistema dos aiatolás, implementado após a revolução de 1979. Neste post organizado por nosso editor-chefe, Caio Ponce de Leon, o DPolitik explica para você o complexo sistema político iraniano, desde sua liderança até as câmaras eleitas diretamente pelo sufrágio universal, bem como as instituições que controlam quem pode chegar aos cargos altos da política iraniana.
4 dias ago
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4/6
Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. 

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Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
1 mês ago
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5/6
Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

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Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. Confira o artigo no link em nossa bio.
1 mês ago
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