Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026.
Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC).
Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump.
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1 semana ago