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  • No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

Neste post informativo, nossa editora Maria Mont Serrat, explica os principais pontos dessa mudança. Arraste para o lado para saber mais.
  • IA à luz de Marx - A inteligência artificial não inaugura um novo sistema: ela atualiza a maquinaria descrita por Marx em chave algorítmica. Em sua nova coluna para o DPolitik, nossa colunista Giovanna Canha Crescitelli argumenta que, se a indústria disciplinou o trabalho manual, a IA reorganiza o trabalho cognitivo, intensificando a extração de valor por meio de dados, plataformas e predição. Longe de ruptura, há continuidade histórica: a técnica segue como instrumento de comando, agora mediada por algoritmos e Big Techs.

Leia a coluna gratuitamente no link na nossa bio.
  • BRICS, Mercosul e a disputa pela ordem global – Em meio ao desgaste do multilateralismo, o artigo mostra como o Brasil tenta combinar liderança regional e articulação do Sul Global para reformar, sem abandonar, as arenas internacionais. A atuação no Mercosul e no BRICS revela uma estratégia de reposicionamento em um cenário marcado por fragmentação, unilateralismo e disputa de hegemonia. Este é o assunto abordado por nossa colunista, Beatriz Simonetti.

Leia a nova coluna gratuitamente no link na nossa bio.
  • Uma herança maldita - Nesta coluna, Giulliano R. Molinero Jr. parte de memórias familiares para analisar como a ditadura militar continua a moldar valores, medos e escolhas políticas no Brasil democrático. Com apoio da ciência política, examina os mecanismos pelos quais o autoritarismo se converte em herança duradoura — individual e institucional — e discute por que o passado segue estruturando o presente. Um convite a refletir sobre democracia sem nostalgia nem atalhos. 

Confira o artigo pelo link na nossa bio.
  • Educação entre herança e escolha - Em sua nova coluna para o DPolitik, nosso colunista Giulliano R. Molinero Jr. questiona uma crença confortável das democracias: a de que mais educação, por si só, protege contra o autoritarismo. A coluna aborda a questão de que a educação não é neutra. Ela pode emancipar ou disciplinar, incluir ou excluir. Ao discutir currículo, acesso, heranças autoritárias e escolhas conscientes do eleitorado, o texto propõe um olhar incômodo, mas necessário: a educação é uma arena política disputada, e seu impacto democrático depende de como, para quem e para quê ela é construída.

Leia o texto gratuitamente no link na nossa bio.
  • Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio.

Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA.

Acesse o link na nossa bio.
No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

Neste post informativo, nossa editora Maria Mont Serrat, explica os principais pontos dessa mudança. Arraste para o lado para saber mais.
No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

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No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

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No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

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No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

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No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

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No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

Neste post informativo, nossa editora Maria Mont Serrat, explica os principais pontos dessa mudança. Arraste para o lado para saber mais.
No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

Neste post informativo, nossa editora Maria Mont Serrat, explica os principais pontos dessa mudança. Arraste para o lado para saber mais.
No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

Neste post informativo, nossa editora Maria Mont Serrat, explica os principais pontos dessa mudança. Arraste para o lado para saber mais.
No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. 

Neste post informativo, nossa editora Maria Mont Serrat, explica os principais pontos dessa mudança. Arraste para o lado para saber mais.
No dia 02/03/2026, o presidente francês, Emmanuel Macron, declarou mudanças na Doutrina Nuclear Francesa. O presidente anunciou um aumento do arsenal nuclear de seu país, um movimento no sentido contrário da tendência de diminuição desses arsenais vista ao final da Guerra Fria. Ademais, defendeu uma "Dissuasão Avançada" como uma estratégia progressiva em parceria com seus parceiros europeus. Neste post informativo, nossa editora Maria Mont Serrat, explica os principais pontos dessa mudança. Arraste para o lado para saber mais.
1 dia ago
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IA à luz de Marx - A inteligência artificial não inaugura um novo sistema: ela atualiza a maquinaria descrita por Marx em chave algorítmica. Em sua nova coluna para o DPolitik, nossa colunista Giovanna Canha Crescitelli argumenta que, se a indústria disciplinou o trabalho manual, a IA reorganiza o trabalho cognitivo, intensificando a extração de valor por meio de dados, plataformas e predição. Longe de ruptura, há continuidade histórica: a técnica segue como instrumento de comando, agora mediada por algoritmos e Big Techs.

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IA à luz de Marx - A inteligência artificial não inaugura um novo sistema: ela atualiza a maquinaria descrita por Marx em chave algorítmica. Em sua nova coluna para o DPolitik, nossa colunista Giovanna Canha Crescitelli argumenta que, se a indústria disciplinou o trabalho manual, a IA reorganiza o trabalho cognitivo, intensificando a extração de valor por meio de dados, plataformas e predição. Longe de ruptura, há continuidade histórica: a técnica segue como instrumento de comando, agora mediada por algoritmos e Big Techs. Leia a coluna gratuitamente no link na nossa bio.
2 dias ago
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BRICS, Mercosul e a disputa pela ordem global – Em meio ao desgaste do multilateralismo, o artigo mostra como o Brasil tenta combinar liderança regional e articulação do Sul Global para reformar, sem abandonar, as arenas internacionais. A atuação no Mercosul e no BRICS revela uma estratégia de reposicionamento em um cenário marcado por fragmentação, unilateralismo e disputa de hegemonia. Este é o assunto abordado por nossa colunista, Beatriz Simonetti.

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BRICS, Mercosul e a disputa pela ordem global – Em meio ao desgaste do multilateralismo, o artigo mostra como o Brasil tenta combinar liderança regional e articulação do Sul Global para reformar, sem abandonar, as arenas internacionais. A atuação no Mercosul e no BRICS revela uma estratégia de reposicionamento em um cenário marcado por fragmentação, unilateralismo e disputa de hegemonia. Este é o assunto abordado por nossa colunista, Beatriz Simonetti. Leia a nova coluna gratuitamente no link na nossa bio.
4 dias ago
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Uma herança maldita - Nesta coluna, Giulliano R. Molinero Jr. parte de memórias familiares para analisar como a ditadura militar continua a moldar valores, medos e escolhas políticas no Brasil democrático. Com apoio da ciência política, examina os mecanismos pelos quais o autoritarismo se converte em herança duradoura — individual e institucional — e discute por que o passado segue estruturando o presente. Um convite a refletir sobre democracia sem nostalgia nem atalhos. 

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Uma herança maldita - Nesta coluna, Giulliano R. Molinero Jr. parte de memórias familiares para analisar como a ditadura militar continua a moldar valores, medos e escolhas políticas no Brasil democrático. Com apoio da ciência política, examina os mecanismos pelos quais o autoritarismo se converte em herança duradoura — individual e institucional — e discute por que o passado segue estruturando o presente. Um convite a refletir sobre democracia sem nostalgia nem atalhos. Confira o artigo pelo link na nossa bio.
6 dias ago
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4/6
Educação entre herança e escolha - Em sua nova coluna para o DPolitik, nosso colunista Giulliano R. Molinero Jr. questiona uma crença confortável das democracias: a de que mais educação, por si só, protege contra o autoritarismo. A coluna aborda a questão de que a educação não é neutra. Ela pode emancipar ou disciplinar, incluir ou excluir. Ao discutir currículo, acesso, heranças autoritárias e escolhas conscientes do eleitorado, o texto propõe um olhar incômodo, mas necessário: a educação é uma arena política disputada, e seu impacto democrático depende de como, para quem e para quê ela é construída.

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Educação entre herança e escolha - Em sua nova coluna para o DPolitik, nosso colunista Giulliano R. Molinero Jr. questiona uma crença confortável das democracias: a de que mais educação, por si só, protege contra o autoritarismo. A coluna aborda a questão de que a educação não é neutra. Ela pode emancipar ou disciplinar, incluir ou excluir. Ao discutir currículo, acesso, heranças autoritárias e escolhas conscientes do eleitorado, o texto propõe um olhar incômodo, mas necessário: a educação é uma arena política disputada, e seu impacto democrático depende de como, para quem e para quê ela é construída. Leia o texto gratuitamente no link na nossa bio.
7 dias ago
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Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio.

Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA.

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Seria o Irã o novo Iraque? - EUA e Israel atacam o Irã, matando o líder supremo, Khamenei. Mais uma guerra no Oriente Médio. Como a antiga Pérsia, um país que abriga 92 milhões de habitantes, com localização geograficamente estratégica, somada a valiosos recursos naturais, como o petróleo, volta a ser centro das atenções da política internacional? Este é o assunto abordado na nova coluna de nossa editora Maria Mont Serrat e nossa colunista Cinthya Araújo. Em sua nova publicação, as autoras destacam o que aconteceu no Irã na última semana e um breve histórico sobre as relações do país com os EUA. Acesse o link na nossa bio.
1 semana ago
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