previous arrowprevious arrow
next arrownext arrow

Edição atual

Clique na capa para ler online
@dpolitik.br
DPolitik

@dpolitik.br

Perfil do DPolitik no Instagram, siga para ficar sempre a par de tudo!
  • Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

Confira o artigo no link em nossa bio.
  • Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. 

Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). 
Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. 

Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo.

Link na bio.
  • A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
  • O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. 

Confira o artigo na nossa bio.
  • Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. 

A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. 

Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. 

Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. 

Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
  • As recentes ameaças e ações militares dos Estados Unidos em território venezuelano revelam o caráter imperialista e autoritário da política externa estadunidense. Inseridas nesse contexto, tais ações têm no petróleo o seu principal eixo, funcionando como o verdadeiro motor de uma intervenção mascarada por um discurso de defesa da democracia. Diante disso, o cenário impõe alerta a toda a América Latina, países que contrariem os interesses dos Estados Unidos podem vir a sofrer medidas semelhantes. Estaríamos, assim, perante uma tentativa de inaugurar uma nova era de intervenções na região?

Confira o artigo no link em nossa bio!
Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

Confira o artigo no link em nossa bio.
Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. Confira o artigo no link em nossa bio.
2 horas ago
View on Instagram |
1/6
Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. 

Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). 
Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. 

Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo.

Link na bio.
Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo. Link na bio.
1 semana ago
View on Instagram |
2/6
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos. Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar? A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
2 semanas ago
View on Instagram |
3/6
O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. 

Confira o artigo na nossa bio.
O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. Confira o artigo na nossa bio.
2 semanas ago
View on Instagram |
4/6
Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. 

A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. 

Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. 

Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. 

Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
2 semanas ago
View on Instagram |
5/6
As recentes ameaças e ações militares dos Estados Unidos em território venezuelano revelam o caráter imperialista e autoritário da política externa estadunidense. Inseridas nesse contexto, tais ações têm no petróleo o seu principal eixo, funcionando como o verdadeiro motor de uma intervenção mascarada por um discurso de defesa da democracia. Diante disso, o cenário impõe alerta a toda a América Latina, países que contrariem os interesses dos Estados Unidos podem vir a sofrer medidas semelhantes. Estaríamos, assim, perante uma tentativa de inaugurar uma nova era de intervenções na região?

Confira o artigo no link em nossa bio!
As recentes ameaças e ações militares dos Estados Unidos em território venezuelano revelam o caráter imperialista e autoritário da política externa estadunidense. Inseridas nesse contexto, tais ações têm no petróleo o seu principal eixo, funcionando como o verdadeiro motor de uma intervenção mascarada por um discurso de defesa da democracia. Diante disso, o cenário impõe alerta a toda a América Latina, países que contrariem os interesses dos Estados Unidos podem vir a sofrer medidas semelhantes. Estaríamos, assim, perante uma tentativa de inaugurar uma nova era de intervenções na região? Confira o artigo no link em nossa bio!
2 semanas ago
View on Instagram |
6/6