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  • Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
  • Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

Confira o artigo no link em nossa bio.
  • Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. 

Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). 
Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. 

Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo.

Link na bio.
  • A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
  • O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. 

Confira o artigo na nossa bio.
  • Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. 

A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. 

Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. 

Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. 

Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. 

Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
Dentro de um mês, declarações de Donald Trump e de figuras de seu entorno arrastaram os Estados Unidos e seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para um dos piores momentos da relação entre ambos desde a crise de Suez, em 1956, inclusive gerando comentários sobre um possível realinhamento da ordem internacional vigente. Nessa coluna, escrita por Nicolas Zupardo, trazemos uma contextualização importante do caso. Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
1 dia ago
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Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. 

Confira o artigo no link em nossa bio.
Nessa coluna, Djalma Djalma de Souza da Silva Filho escreve sobre o Acordo Comercial União Europeia-Mercosul. Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tem o potencial de criar uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Entre os principais benefícios econômicos para o Mercosul destacam-se o possível aumento das exportações do agronegócio e a redução do custo de industriais importados. Contudo, o acordo enfrenta um impasse jurídico no Parlamento Europeu pressionado pelo setor agrícola que exige medidas de maior proteção. Assim, persiste a dúvida se o acordo continuará apenas como promessa devido aos impasses históricos à sua implementação. Confira o artigo no link em nossa bio.
2 dias ago
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Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. 

Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). 
Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. 

Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo.

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Em uma continuação da análise apresentada na coluna “A Operação Resolução Absoluta e o conflito interno americano”, a convidada especial do DPolitik, Débora Guedes, toma como ponto de partida a operação que ocorreu no dia 03 de janeiro de 2026. Esse episódio foi responsável não por uma ruptura, mas por um reposicionamento estratégico importante dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico das Américas - ou como eles intitulam, o Hemisfério Ocidental. Nesse sentido, é importante frisar o termo “reposicionamento estratégico” à medida que o posicionamento adotado pelo gabinete do atual presidente Donald Trump é apenas um capítulo de uma complexa e multifacetada relação entre os Estados Unidos (EUA) e a América Latina e o Caribe (ALC). Para melhor compreender como o episódio da captura, prisão e deposição do até então presidente Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, está inserido no espectro que compõe as relações EUA-ALC, é preciso compreender o panorama histórico das relações entre as regiões que compõem o continente americano e o ressurgimento da Doutrina Monroe como instrumento de política externa durante o primeiro (2017-2021) e segundo governos (2025 - atual) do presidente Donald Trump. Acompanhe o DPolitik para compreender melhor os eventos mais impactantes da América Latina e do mundo. Link na bio.
2 semanas ago
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3/6
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
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Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos.
Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar?
A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
A Ucrânia tem investido no papel da gamificação da guerra como forma de engajamento civil, e agora esse processo também recebe uma camada adicional com a possibilidade de aquisição de pontos e "cashback". Mas ao invés de dinheiro, as unidades combatentes recebem novos equipamentos. Essa lógica agiliza certos aspectos da logística, mas pode trazer outros dilemas: até que ponto a "caça aos pontos" influencia na estratégia? Como lidar com a distinção civil-militar? A nossa colunista Cinthya Araújo traz um resumo em alguns quadros.
2 semanas ago
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4/6
O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. 

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O desmonte da proteção ambiental na Argentina -- O governo Milei avança contra a Ley de Glaciares para favorecer a mineração transnacional. O alvo é o ambiente periglacial, reserva estratégica de água doce essencial para a sobrevivência regional. Nessa postagem, entenderemos como essa reforma atende a padrões imperialistas do Norte Global e do FMI e sacrifica a soberania argentina e o futuro hídrico em troca de um extrativismo que favorece o capital estrangeiro. Confira o artigo na nossa bio.
2 semanas ago
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Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. 

A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. 

Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. 

Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. 

Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. 

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Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026 o mundo assistiu com uma crescente apreensão a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação foi realizada pelo primeiro Destacamento Operacional das Forças Especiais dos Estados Unidos, a Força Delta, sob as ordens do presidente Donald Trump. Maduro e Flores foram levados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima tendo como destino final um centro de detenção em Brooklyn, Nova York onde estão detidos e aguardam o andamento do julgamento. Esse, que pode ser considerado como o primeiro grande evento na política internacional de 2026, nos faz refletir sobre cenários futuros marcados por ecos do passado. Nesta coluna, escrita por Débora Guedes, convidada especial do DPolitik, trazemos uma contextualização importante do caso. Acesse o artigo pelo link em nossa bio.
2 semanas ago
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